O que seria de mim se não fossem as lagrimas
Que me banho nos momentos de
Angústia
Deleito
Como expressaria
Os não, os sins.
O nada, o tudo
O prazer
O orgasmo que é simplesmente viver
O orgulho pelo meu filho
As descobertas, emoções diversas
Que seria da mulher
Pergunto-te né seu Zé, Mané, Guiné...
Os tapinhas das mãos do doutor
As lágrimas Mostram o que não revelamos
Nascem de sentimentos
Deslizam em desenhadas pelo mestre
Morrem no fechas dos sons
Susuram na alma
Gritam ao Mundo
Falam em som mudo
Gritam num gemido nem sempre tranqüilo
Para silenciar-se nos braços de um suspiro.
Autora: Leniley Sales.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Busca.
Queria não ser assim
Estar sem você
E te querer
Não agarrar no destino
Que não me sorrir
Não perder, gastar tempo
Brincando com estrelas
Punhais a me ferir
Queria Eu...
Ser intrasigente
Mesmo sendo inconseqüente
Seguir amando
A você, ser indiferente
Despertar desencanto
Sair deste canto
Inverter meu pranto
Por você não buscar
Mesmo que por um tanto
Contudo emaranho
Em arames lembranças
Vespeiro, machas, pensamentos, Vinganças
Inédita ferra buscando domador
Torpedo fugitivo amor
Borboleta assa sem cor
Se não fora destino
O acaso...
Destruirá você um sonho sonhador.
Autora: Leniley Sales.
Estar sem você
E te querer
Não agarrar no destino
Que não me sorrir
Não perder, gastar tempo
Brincando com estrelas
Punhais a me ferir
Queria Eu...
Ser intrasigente
Mesmo sendo inconseqüente
Seguir amando
A você, ser indiferente
Despertar desencanto
Sair deste canto
Inverter meu pranto
Por você não buscar
Mesmo que por um tanto
Contudo emaranho
Em arames lembranças
Vespeiro, machas, pensamentos, Vinganças
Inédita ferra buscando domador
Torpedo fugitivo amor
Borboleta assa sem cor
Se não fora destino
O acaso...
Destruirá você um sonho sonhador.
Autora: Leniley Sales.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
AMOR...
Meu amor não é atento
As vezes sim
É beberão
Chora,
Não ladra como um cão
Meu amor...
É matreiro
Quando se invoca
Perde a pose
Dele pouco se ouve
É um sujeito
Sem jeito
Oblícuo
Se triste só se ouve zunido
Não é perfeito
Enfeitiça meu meio
Faz-me esquecer
E ele viver
Meu amor...
Ai, ai, ai, ai
Cantarola, devaneia...
Os palcos da vida encendei
Ah...
Encandeia
Que seja moço, idoso
Deito em teu doso
Tudo basta se posso amar...
As vezes sim
É beberão
Chora,
Não ladra como um cão
Meu amor...
É matreiro
Quando se invoca
Perde a pose
Dele pouco se ouve
É um sujeito
Sem jeito
Oblícuo
Se triste só se ouve zunido
Não é perfeito
Enfeitiça meu meio
Faz-me esquecer
E ele viver
Meu amor...
Ai, ai, ai, ai
Cantarola, devaneia...
Os palcos da vida encendei
Ah...
Encandeia
Que seja moço, idoso
Deito em teu doso
Tudo basta se posso amar...
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Poema
Um salto "Sapatinho Màgico"
Certa vez pernas estacionadas, admiravam sapatos e pés
Nada era tão bom como observas saltos bailando no salão
Cabeça, mente intáquita
Muralhas, apenas imaginaria
Veículo modesto... Duas rodas
Eu, ser nato... Nada pequena minha vaidade
Queria eu bailar
Dançar... Se possivel me mostrar... Viver mocidade
Não aprende dezer...
Não posso
Não devo
Não quero
Não tenho coragem
Nem mesmo deixar passar o tempo, carruagem
Do meu veículo desfiz
Anjos neste dia tocaram harpas
Passos voltei a dar porque quis
Convidada pela vida fui a ser aprendiz
Descobri... Tenho notas na voz
Se canto, deixo de ser só
Plumas macias nas mãos
Dou vida a água, mar, terra,vento...
Faço da dor bricadeira
Boto a danada para correr a ladeira
Se a solidão me questionar
E por vetura a tristeza me enganar
Convido as lágrimas a fazer samba
Estou de salto não sou apenas bamba
Hoje danço, canto, pinto, grito
Roubo pesamentos
Belisco sentimentos
Sonho...
Mais que isso ...
REALIZO.
Leniley Sales.
Certa vez pernas estacionadas, admiravam sapatos e pés
Nada era tão bom como observas saltos bailando no salão
Cabeça, mente intáquita
Muralhas, apenas imaginaria
Veículo modesto... Duas rodas
Eu, ser nato... Nada pequena minha vaidade
Queria eu bailar
Dançar... Se possivel me mostrar... Viver mocidade
Não aprende dezer...
Não posso
Não devo
Não quero
Não tenho coragem
Nem mesmo deixar passar o tempo, carruagem
Do meu veículo desfiz
Anjos neste dia tocaram harpas
Passos voltei a dar porque quis
Convidada pela vida fui a ser aprendiz
Descobri... Tenho notas na voz
Se canto, deixo de ser só
Plumas macias nas mãos
Dou vida a água, mar, terra,vento...
Faço da dor bricadeira
Boto a danada para correr a ladeira
Se a solidão me questionar
E por vetura a tristeza me enganar
Convido as lágrimas a fazer samba
Estou de salto não sou apenas bamba
Hoje danço, canto, pinto, grito
Roubo pesamentos
Belisco sentimentos
Sonho...
Mais que isso ...
REALIZO.
Leniley Sales.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Poema /Pai
Em muitas recordações
Que tenho
Me lembro
De um homem
Honesto e cincero
Das muitas pessoas
Que conheço
O seu dom de viver
É o melhor
Me lembro das tuas palavras
Me ensinando tantas coisas
Senhor de Fé...
Grande no seu tamanho
Pequeno em suas profissões
Grande no seu jeito de viver
Me ensina essa qualidade
Que tanto. tanto...
O senhor sigila.
Que tenho
Me lembro
De um homem
Honesto e cincero
Das muitas pessoas
Que conheço
O seu dom de viver
É o melhor
Me lembro das tuas palavras
Me ensinando tantas coisas
Senhor de Fé...
Grande no seu tamanho
Pequeno em suas profissões
Grande no seu jeito de viver
Me ensina essa qualidade
Que tanto. tanto...
O senhor sigila.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Motivação. Onde buscar
Certa vez uma gotinha de garoa tentendo acompanha as outras, caiu numa folha seca.
As demais gotas no entento juntavam-se para formar gota mais forte, pesadas, barulhentas, era uma aruaça só.
Chorosa, a gotinha solitaria pôs-se a lamentar.
Estacionou por ali e ali mesmo morreu de tedio sem nada fazer...
Ao nascermos, nossas necessidades não se difere dos de mais animais, pois estas são primarias como a de qualquer outro ser. Porem chega um momento em que o homem quer mais.
Uns não sabem como chamar, outros não tem coragem para assumir, e ainda a aqueles que procuram saber o que falta numa busca sem fim.
A motivação nasce, prota, florece, da necessidade e ela não precisa ser a mesma dos que me rodeiam.
Nosso maior motivador somos nos mesmo.
As demais gotas no entento juntavam-se para formar gota mais forte, pesadas, barulhentas, era uma aruaça só.
Chorosa, a gotinha solitaria pôs-se a lamentar.
Estacionou por ali e ali mesmo morreu de tedio sem nada fazer...
Ao nascermos, nossas necessidades não se difere dos de mais animais, pois estas são primarias como a de qualquer outro ser. Porem chega um momento em que o homem quer mais.
Uns não sabem como chamar, outros não tem coragem para assumir, e ainda a aqueles que procuram saber o que falta numa busca sem fim.
A motivação nasce, prota, florece, da necessidade e ela não precisa ser a mesma dos que me rodeiam.
Nosso maior motivador somos nos mesmo.
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